Começam os Jogos Olímpicos mais bizarros

Sara Martínez 26/07/2021

Parecia impossível, mas chegou. Os milhões de espectadores sustiveram a respiração durante alguns segundos e a flecha que a arqueira Soraya 2, da equipa LELO, disparou do centro do estádio de Sodoma e Gomorra atingiu o centro do caldeirão. Os primeiros Jogos Olímpicos pós-pandémicos foram assim inaugurados em meio a risos nervosos e gemidos de excitação. A escolha de Soraya, questionada inicialmente pelos apoiantes do Hugo, também da LELO, revelou-se perfeita; se Hugo tivesse sido escolhido, as dúvidas sobre possíveis fraudes por utilização indevida do controlo remoto teriam ensombrado a cerimónia. Cicciolina, encarregada de proferir o discurso de abertura nas quatro línguas oficiais dos Jogos Olímpicos - gutural, francês, grego e lascivo - agradeceu aos heróis modernos, os brinquedos sexuais, pelas suas boas acções em tempos difíceis. E em frases carregadas de ênfase, apelou à união dos povos e dos corpos, explicando a importância de modalidades desportivas por vezes esquecidas, como o bilhar de bolso, a batida de claras em castelo ou o polimento de mastro.

Mais de 200 canhões dispararam preservativos para a multidão entusiasmada quando o Desfile das Nações começou. Ultrapassado o escândalo de um possível caso de doping devido a, nas palavras do COI (Comité Orgásmico Internacional) “uma sensação de felação impossível de alcançar sem esteróides”, o PDX Elite Moto Bator foi finalmente um dos dois portadores da bandeira dos EUA. “Só porque alguns têm de recorrer a substâncias ilegais para o conseguir, não significa que outros não tenham a capacidade de o fazer sem mais ajuda do que um bom lubrificante”, disse o Comité Orgásmico Americano na sequência da controvérsia. A excitação era palpável.

Representando o Japão figurava Tenga Egg, que parece ter engordado alguns quilos desde que conseguiu o primeiro 10 na história dos Jogos com um feito acrobático tão perfeito que nem sequer os placares estavam preparados para tal proeza. E todo o estádio ficou em pé à passagem do Jesse Owens dos brinquedos sexuais. O Satisfyer Pro 2 Vibration, com quatro medalhas de ouro conquistadas para a Alemanha, é o novo favorito para os 100 metros.

Portugal, por sua vez, teve pela primeira vez dois porta-bandeiras: Secret Play e Bijoux Indiscrets. O lubrificante com efeito de vibração e o estimulador de clitóris Bijoux Twenty One encenaram a fusão perfeita para alcançar a glória na patinagem artística. Logo atrás caminhava orgulhosamente o canadiano We-Vibe Chorus, que mais uma vez este ano espera levar o ouro em natação sincronizada.

Fechando o Desfile das Nações, o LELO Tor 2 da Suécia, pela primeira vez concorrente na maratona, que espera melhorar o imbatível recorde alcançado pelo lubrificante retardante Pjur Superhero; e o triatleta LELO Enigma, em forma física imbatível.

“Que o espírito olímpico que hoje abraçamos nos penetre para sempre: citius, altius, fortius”, despediu-se Cicciolina. Ámen.

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